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Mostrando postagens com o rótulo #Economia

Bitcoin: a Serra Pelada das moedas digitais

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A disparada de preço de determinado "ativo" gera uma corrida pelo lucro rápido, fácil. Ficar rico sem trabalhar é algo que faz sentido no subconsciente humano. E aí as pessoas pagam o equivalente a um apartamento por alguma coisa inútil (como 1 Bitcoin, que não serve para nada). O cenário brasileiro anda agitado com a valorização meteórica da mais famosa das cryptomoedas (bitcoin)! Até a Câmara dos Deputados está perdida e correndo contra o tempo para tentar regulamentar o uso de moedas digitais, devido ao teor das discussões da audiência pública que ocorreu no dia 19 de dezembro de 2017. Os debates nas redes sociais não são menos acalorados, muitas vezes beirando a revolta, tanto dos que apoiam quanto dos que a odeiam. A polarização quanto a "ser um bom negócio", "ser uma moeda" ou "ser um ativo", tem chegado as arraias do debate às vezes até desrespeitoso. Os "early adopters" xingam qualquer um que critique a moeda: retrógrado...

O horário de verão é realmente mais econômico para as empresas?

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Todas as empresas, especialmente as de Tecnologia da Informação, questionam a adoção do horário de verão, bem como a economia gerada pela adoção do mesmo. Não é à toa que, nos últimos dias, ocorreram tantas discussões em torno do tema. Fazendo algumas contas, chegamos a algumas conclusões: 1 - A troca do horário dos servidores, dos ativos de rede, dos bancos de dados e dos demais equipamentos acontece sempre fora do horário do expediente regular, das 08h às 18h. 2 - Essa troca, feita fora desse horário, gera custos para as empresas, como horas extras, deslocamentos dos funcionários, alimentação e algumas outras despesas. 3 - Após a troca, os profissionais precisam ainda ficar em regime de plantão e aferir se todas as alterações não provocaram alguns efeitos "colaterais" nos processos dos servidores e das empresas. Imagine um Datacenter onde milhares de servidores deverão ter o seu horário alterado. Claro, existem mecanismos para que os horários dos servidores sej...

Como não torrar seu FGTS no primeiro dia

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A partir do dia 10 de março, o governo irá liberar o primeiro lote de saques das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O volume total de saques deve chegar, apenas na primeira remessa, a R$ 6 bilhões, segundo estimativas da Caixa Econômica Federal (CEF), beneficiando cerca de 4,8 milhões de trabalhadores (veja aqui como e onde sacar). Com isso, empresas de diversos setores, sobretudo do varejo, se preparam para a injeção de dinheiro na economia, uma promessa de bons resultados em meses de baixa estação. A Via Varejo, grupo formado pelas Casas Bahia e Ponto Frio, já prepara uma ação publicitária para atrair os clientes e testar seu serviço de omnichannel -- compra na loja online para retirada na loja física. Empresas que atuam com franquias, por sua vez, estão à caça de empreendedores que queiram comprar suas marcas. Em um país com 13 milhões de desempregados, essa pode ser uma alternativa esperada. Empresas de investimentos, imobiliárias, concession...

Saiba o que fazer para sacar o dinheiro do FGTS inativo

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A Caixa divulgou, nesta terça-feira (14), detalhes sobre os procedimentos necessários para que os beneficiários que têm saldo em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) possam sacar os recursos. Para entender melhor o que é preciso fazer, a Agência Brasil preparou um passo a passo com dicas para facilitar o saque. Passo 1: Descubra se você tem valores a receber do FGTS inativo A primeira coisa que você deve fazer é descobrir se realmente tem algum valor a receber. De acordo com as regras estipuladas pela Caixa Econômica, só terão direito ao saque os trabalhadores com contratos de trabalho finalizados até 31 de dezembro de 2015 que não tenham sacado o benefício. A Caixa criou uma página especial e um serviço telefônico para tratar das contas inativas. Para descobrir se tem algum valor a receber, o trabalhador deve acessar o site www.caixa.gov.br/contasinativas ou ligar para 0800-726-2017. O trabalhador receberá um atendimento personalizado para desco...

Heineken compra dona da Schin por US$1,09 bilhão

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A Heineken anunciou nesta segunda-feira que assinou acordo com a japonesa Kirin para compra da Brasil Kirin, em uma transação que a tornará a segunda maior fabricante de cervejas do país. Incluindo dívidas, a Heineken informou que pagará 1,09 bilhão de dólares pela Brasil Kirin, a fim de aumentar sua presença no mercado brasileiro, fortalecer seu portfólio de marcas e ganhar escala. Após a conclusão do negócio, a companhia holandesa passará a ter uma participação de mercado de quase 19 por cento. No caso da Kirin, o acordo marca a sua saída do Brasil. O grupo japonês pagou cerca de 3,9 bilhões de dólares em 2011 por 12 cervejarias, mas o negócio depois perdeu fatia de mercado e teve os custos elevados pela fraqueza da moeda local. A Kirin disse que os riscos brasileiros e o competitivo e estagnado segmento de cervejas e refrigerantes no país eram "limitações" para tornar a Brasil Kirin rentável. De acordo com a empresa, a unidade brasileira teve prejuízo operacio...

Nubank pode encerrar atividades com mudança do BC

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O pacote de estímulo à economia anunciado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles pode ter um efeito contrário nos pequenos emissores de cartões de crédito, como o Nubank. Uma das medidas que vêm sendo estudadas prevê a redução no prazo para o repasse do dinheiro da compra feita nos cartões de crédito ao lojista de 30 dias para apenas dois dias. A ideia é fazer a economia girar com uma injeção no fluxo de caixa dos varejistas. Quando uma compra é feita no cartão de crédito, o lojista só é remunerado 30 dias após a operação, prazo muito superior ao de outros países. No entanto, a mudança deve aumentar os custos para todos os emissores de cartões de crédito no mercado. “Atualmente, um cliente que usa o cartão pagará a fatura, em média, 26 dias depois. Assim, o Nubank, como emissor, receberá o dinheiro apenas após este prazo”, explica Cristina Junqueira, cofundadora da empresa, ao jornal Estado de São Paulo. “Com o dinheiro, pagamos o adqu...

As barbaridades que aplaudimos de pé

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O que é bom no nível individual nem sempre é bom no nível social. O papel de um bom governo é equilibrar essas demandas. Infelizmente, nosso governo continua sendo demagógico e toma atitudes do tipo "boa para você, ruim para todos”. Duas notícias recentes foram comemoradas exatamente ao contrário. 1) Somos um dos últimos países do mundo em que as companhias aéreas são obrigadas a despachar bagagem sem cobrar. Isso dificulta as parcerias internacionais, e é bem verdade que aumenta em muito o gasto de combustível dos aviões (que é um dos maiores gastos das companhias). Em vez de aumentarem a infraestrutura e facilitarem o investimento de grupos estrangeiros no setor, o que melhoraria o mercado, nossos políticos demagogos deixaram a obrigação das bagagens como está. Garantindo que o transporte aéreo continue do mesmo jeito. 2) O governo também vai permitir que se cobrem diferentes preços de acordo com a forma de pagamento. Na prática, muita gente no comércio já faz isso. V...